O que permanece: memória do edifício

Exposição

fev. - dez. 2026

O QUE PERMANECE: MEMÓRIA DO EDIFÍCIO

EXPOSIÇÃO 

fev. – dez. 2026

ENTRADA LIVRE

 

Esta exposição permanente articula um passado rico em memórias com o presente inovador do Centro de Artes, ao mesmo tempo que projeta possibilidades para o futuro. O percurso expositivo combina objetos históricos, vídeos, fotografias, documentos, a maquete do edifício, uma obra da Coleção do Arquipélago – CAC (do artista Miguel Leal) e contempla, ainda, uma componente interativa para o público. Mais do que uma exposição fechada sobre a sua história, pretendemos olhar para este projeto como um ponto de recolha de memórias, por forma a que quem nos visite possa contribuir através do seu testemunho (ou com a partilha de documentos ou outros objetos).

Local | Loja do Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas

Folha de Sala – Memória e Edifício

Nota Biográfica

Miguel Leal (Porto,1967). Vive e trabalha no Porto.

Das suas últimas exposições individuais destacam-se Duplo Negativo/Double Negative, CIAJG, Guimarães (2018), Manual de sobrevivência (Figuras), Espaço Mira, Campanhã, Porto (2014), Verklärte Nacht, Ciclo Santa Cruz, CAPC, Coimbra (2014),  Cripta, Laboratório das Artes, Guimarães (2011) ou Aqui Fora, Uma Certa Falta de Coerência, Porto (2010). Assinala-se também a sua participação em várias exposições como A Arte como Experiência do Real – Coleção de Ivo Martins em Depósito no Museu de Serralves, CIAJG, Guimarães  | A Glimmer of Freedom – APEX Cape Vert, Campo de Concentração do Tarrafal, Cabo Verde. (2017); Identidades/Variáveis Convergentes, Casa Museu Abel Salazar, Matosinhos | UM, Galeria Painel, Porto | Moderno & Medieval Camuflado, Museu Grão Vasco, Viseu. | Pode o Museu ser um Jardim?, Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto |  Homeless Monalisa, Colégio das Artes, Coimbra |  Lugares de Viagem – Bienal da Maia 2015, Maia | Território de trabalho: Laboratório das Artes 10 anos, CCVF, Guimarães (2015); Sem Quartel, Sismógrafo, Porto | Apesar de tudo ainda se fodia, Maus Hábitos, Porto | A riqueza múltipla e multiplicadora da ambiguidade, Espaço Mira, Porto (2014); 55 anos CAPCFragmentos de uma Colecção, Sala do Senado, Universidade de Coimbra | A Vanguarda está em Ti | 55 Anos CAPC | Fragmentos de uma Colecção, Centro Cultural de Ílhavo | Obras da Coleção de Arte Contemporânea da Portugal Telecom, CACGM, Bragança | Cinemas 2 > Drive in, GAREPORTO, Porto. (2013)

Miguel Leal estudou Artes Plásticas – Pintura na ESBAP, História da Arte na Faculdade de Letras da UP e Comunicação e Linguagem na FCSH da UNL. É professor na FBAUP.

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