Exposição
“CATARINA BRANCO”

29 abril a 23 julho terça a domingo | 10h-18h

(PT)

Catarina Branco oferece-nos uma viagem através das obras que produziu entre os anos 2009 e 2017. A exposição mostra-nos a evolução da sua linguagem artística, através da qual ela coreografa o papel que recorta à mão em formas planas para o transformar em volumes de cores que resultam numa nova escultura. Dádiva (2017) combina todas as técnicas e influências até agora utilizadas pela artista, oferecendo-nos uma sinergia entre o humano, o animal, e a terra açoriana.

As obras da série Fenais da Luz (2009) são inspiradas nos tapetes florais realizados para as festividades religiosas. A artista joga com as cores destas formas planas para tatear a segunda dimensão. Nas obras que compõem a série Fez-se luz (2010-2011), o recorte de papel é mais definido. Misturam-se elementos figurativos que, combinados com uma explosão de cores e formas volumosas, refletem a história de São Miguel, a sua geografia e natureza. Capacho (2013) faz referência direta às técnicas tradicionais da cestaria, apresentando-nos uma obra geométrica e abstrata.

No caso da obra de Branco, o seu motor é a memória, a geografia e as tradições e influências culturais da sua terra, como um reflexo da morfologia da paisagem e das cores das ilhas Açorianas.

(ES)

Catarina Branco ofrece un recorrido a través de obras realizadas entre los años 2009 y 2017. La exposición nos muestra la evolución de su lenguaje artístico, donde el papel recortado a mano es coreografiado en formas planas y va transformándose en volúmenes de colores que culminan en su nueva escultura. Dádiva (2017) combina todas las técnicas e influencias hasta ahora utilizadas por la artista, ofreciéndonos una sinergia entre el hombre, el animal y la tierra azoreña.

Las obras de la serie Fenais da Luz (2009) están inspiradas en los tapices florales realizados con motivo de festividades religiosas, dispuestos en formas planas donde la artista empieza a jugar con los colores y a tantear la segunda dimensión. En las obras que engloba Fez-se luz (2010–2011), el recorte del papel está más definido, se mezclan elementos figurativos, y se desarrolla la explosión de colores y formas voluminosas que reflejan la historia de São Miguel, su geografía y naturaleza. Capacho (2013), hace referencia directa a las técnicas tradicionales del tejido de cestería, presentándonos una obra geométrica y abstracta.

En el caso de la obra de Branco, su motor es la memoria, la geografía y las tradiciones e influencias culturales de su tierra, como reflejo de la morfología del paisaje y los colores de las Islas Azores.

(EN)

Catarina Branco offers us an overview of the works she produced between 2009 and 2017. The exhibition shows us the evolution of her artistic language, which she uses to choreograph the paper she cuts by hand into flat surfaces, and then transforms into colorful and sculptural volumes. Dádiva (2017) combines all the techniques and influences used by the artist to this date, offering us a synergy between the human, the animal, and the Azorean land.

The works from the series Fenais da Luz (2009) are inspired by the floral tapestries made for religious festivities. The artist plays with the colors of these flat surfaces in order to bring forth that second dimension. In the works comprised in the series Fez-se luz (2010 – 2011), the cutouts are more defined, and mixing figurative elements. Combined with an explosion of voluminous and colorful shapes reflecting the history of São Miguel, its geography and nature. An abstract and geometrical piece, Capacho (2013) is a direct reference to the traditional basket weaving techniques.

Behind Branco’s artistic production, we can see an engine powered by memory, geography and the cultural traditions of her homeland. In her works, we can see the reflections of the colors and of the morphology of the Azorean landscape.

Voltar à Programação