Exposição
GEOMETRIA SÓNICA
1º CICLO

11 ago a 21 out

EXPOSIÇÃO

GEOMETRIA SÓNICA | 1º CICLO

11 ago até 21 out 2018

O Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas inaugura no dia 11 de agosto, pelas 18h30, o 1.º Ciclo Expositivo do “Geometria Sónica”, projeto em parceria com a RTP – Rádio e Televisão de Portugal, com a curadoria de Nuno Faria e Nicolau Tudela.

Este ciclo expositivo apresenta os trabalhos resultantes das Residências Artísticas das duplas Manon Harrois/ Sara Bichão e Laetitia Morais/ Francisco Janes e uma seleção de imagens do Arquivo Audiovisual da RTP.

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NOTAS BIOGRÁFICAS

Francisco Janes (PT, 1981) é um realizador e artista Português cujo trabalho cresce em torno do som, dedicado a um conhecimento da experiência. Cresceu e trabalhou em Lisboa, estudou filologia na FLUL e fotografia no Ar.co entre 2003 e 2007. Foi Bolseiro Ernesto de Sousa em Nova Iorque em 2008 e em 2012 obteve em Los Angeles o MFA em filme na CalArts, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian. Nos últimos cinco anos trabalha a partir de Vilnius, onde tem família.

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Laetitia Morais (FR, 1984) Artista plástica, formada pela FBAUP em 2006 e actual doutoranda na ZHDK e Kunstuniversität Linz. Procura reencenar no seu trabalho situações iminentes, práticas inoperantes ou gestos imprecisos, adequando-os a diferentes registos, nomeadamente vídeo, desenho e instalação.

Apresentou trabalhos em galerias e eventos dos quais se destacam Galeria Faticart, Roma; General Public, Berlim; Rewire, Haia; Peacock Art Centre, Aberdeen; Elbphilharmonie, Hamburgo; Kvitvechir, Kiev; Störung, Barcelona; Casa das Mudas, Madeira; ZDB, Lisboa; Cynetart, Dresden; EME, Palmela; Mózg, Bydgoszcz; Mota Museum, Ljubljana; EIF, Nova Iorque; CIAJG, Guimarães; Galeria Municipal do Porto, Porto e Universidade de Nova Iorque New York, Abu Dhabi.

A fundação Calouste Gulbenkian e a Flad atribuíram ao projecto “Missing for ten years” a Bolsa Ernesto de Sousa 2011.

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Manon Harrois (França, 1988) vive e trabalha em Troyes. Terminou os seus estudos com distinção na ENSAAMA Olivier de Serres, em Paris. Foi a vencedora do prémio de pesquisa Jean Walter Zellidja, atribuído pela Academie Française. No contexto deste prémio, passou um ano do deserto do Sara, no Níger, entre comunidades Tuaregues e Fulas. Apresentada por Gilles Fuchs, ela expôs na Galerie Premier Regard (2014), em Paris.

Residências artísticas: The Sonic Geometry Project, Arquipélago, Açores (2018) / Artistes en résidence, Clermont Ferrand (2017) /Sharjah Art Fondation, EAU (2016) / CAMAC, Marnay sur Seine (2016) / MAC, Valdivia, Chile (2015) / CAC Passages, Troyes (2014) / Residency Unlimited, Nova Iorque, EUA (2014).

Exposições individuais: CNCM Césaré, Reims (2016- 2017) / CAMAC, Marnay sur Seine (2016) / Cryptoportique, Reims (2015) / Galerie Premier Regard, Paris (2014) / CAC Passages, Troyes (2014) / Museo del Arte Contemporeano MAC Valdivia, Chile (2014) / 

Parc Naturel de la Montagne de Reims, Pourcy (2015) / The Window, Paris (2013) /

Nuit Blanche 2011-2013, Paris / CCFN Jean Rouch, Niamey, Níger (2011).

Exposições coletivas e performances: FRAC Champagne Ardenne, Reims, França (2018) / Bienal Anozero’17 Coimbra, Portugal (2017) / Jeune Création Galerie Thaddaeus Ropac Paris, Pantin ( 2016) / Bastille Design Center, Paris (2016) / Nema Tog Podruma 5 Gramme Vrijdag, Antuérpia, Bélgica (2015) / Abrons Art Center, Nova Iorque, EUA (2014) / Galeria Artopia, Milan, Itália (2014) / ART IS HOPE pour AIDES, Piaza, Paris (2014-2015) / Deformes Biennal de Performances, Santiago, Chile.

Nos últimos anos, Harrois recebeu o apoio do programa Prisme Mécénat d’enterprise de Champagne Ardenne, da região Grand Est (Monografia da Artoteca da Região) e do Ministério da Cultura Francês, para produzir e expor o seu trabalho de investigação. O seu trabalho está representado nas coleções Blake Burn (EUA), Jimmy Traboulsi (Líbano), Germain Viatte (França) e Gilles Fuchs (França).

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Sara Bichão (Lisboa, 1986) vive e trabalha em Lisboa. É licenciada (2008) e mestre (2011) em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Integrou várias residências artísticas como a Residency Unlimited (2012, EUA), ADM-PIRA (2016, México) ou Artistes en Résidence (2017, França). Expõe regularmente desde 2009.

Exposições individuais (seleção): Encontra-me, Mato-te (2018), Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Coastal (2017) e Adrift in Space, Melt in Pace (2015), Barbara Davis Gallery, Houston; O meu sol chora (2016), Fundação Portuguesa das Comunicações, em parceria com a Galeria Bessa Pereira, Lisboa; Somebody’s Address (2016) e Open Gates (2014), Rooster Gallery, Nova Iorque; Recheio (2014), Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa.

Exposições coletivas (seleção): Chama (2018), Atelier-Museu Júlio Pomar, Lisboa; Extática Esfinge (2017), CIAJG, Guimarães; Curar e Reparar (2017), Anozero, Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra; O Que Eu Sou (2017), MAAT, Lisboa; Now, this is fucking too hot (2017, com Manon Harrois), Les Ateliers, Clermont-Ferrand; Puras Cosas Nuevas (2017), Pantalla Blanca, Cidade do México; de repente bien (2016), Biblioteca Central de Cantábria, Santander; }{ { } (2015, com Omar Barquet), Diagrama, Cidade do México; Eccentric Exercise II (2015), KCB, Belgrado; Les Gens Heureux, Copenhaga (2014); Soundless Harmonies (2014), Artopia Gallery, Milão; Eccentric Exercise I (2013), Copenhaga;Uma Coisa a Seguir à Outra (2013, com Miguel Ângelo Rocha), Galeria Quadrum, Lisboa; Extending the Line (2012), Arevalo Gallery, Miami.

Foi premiada pela Fidelidade Mundial – Prémio de Jovens Artistas (2009, menção honrosa), pelo Anteciparte (2009, artista selecionada) e venceu o BPI / FBAUL (2008) na disciplina de pintura. O seu trabalho está representado em várias coleções institucionais: Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; MAAT – Fundação EDP, Lisboa; Fundação Portuguesa das Comunicações, Lisboa; Coleção Figueiredo Ribeiro, Lisboa; MidFirst Bank, Arizona; Twins Design, Houston; Fidelidade Mundial, Lisboa; Telo de Morais, Coimbra; Benetton Foundation, Milão; CAC, Málaga.

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